Som do inverno
Aguente firme
Mente forte
Corpo forte
Pés firmes
Olhos aos céus
Sinto a brisa do inverno
Vejo as lágrimas passando
Caindo com a gravidade
Puxadas ao solo
Mas o som do inverno continua
A soar, a gritar.
As nuvens ao horizonte
Mostram apenas o inevitável
O inverno, sagrado.
Congelando por onde passa
Deixando frio
Até o corpo mais quente
Mas, aguente firme
O inverno chegou mais cedo
O som foi ouvido antes
As nuvens foram vistas
A esperança desaparecida
Aguente firme
O vento irá cortar
Mas o corpo deverá ser mais forte
Mais composto
Por mais que o som ecoe
Quebre a construção
Que lhe foi cedida
Pois o inverno chegou mais cedo
E ela não será mais necessária
Continue, cantando sua história
Continue, contando sua glória
Sangue congelado
Desespero e derrota
Não pode ser deixado
As asas vão abrir
As nuvens iram de sumir
E a primavera chegará
Para te suprir
Para o final de setembro alcançar
Sem se desgastar
Sem se torturar
Deixa pra lá
As flores iram de aparecer
Crescer, e um dia perecer
O som do inverno não vai parar de ecoar
Mas de mente limpa
Vamos dançar
Sobre as flores de setembro
E as chuvas de primavera para lavar
O corpo e mente forte
Que calejou sem calor
Durante um som errante
Que ecoou de dor
Mas agora só se torna
Vários tipos de lágrimas de amor
Para formar aguas de outubro
E esperanças de um próximo futuro.
Mente forte
Corpo forte
Pés firmes
Olhos aos céus
Sinto a brisa do inverno
Vejo as lágrimas passando
Caindo com a gravidade
Puxadas ao solo
Mas o som do inverno continua
A soar, a gritar.
As nuvens ao horizonte
Mostram apenas o inevitável
O inverno, sagrado.
Congelando por onde passa
Deixando frio
Até o corpo mais quente
Mas, aguente firme
O inverno chegou mais cedo
O som foi ouvido antes
As nuvens foram vistas
A esperança desaparecida
Aguente firme
O vento irá cortar
Mas o corpo deverá ser mais forte
Mais composto
Por mais que o som ecoe
Quebre a construção
Que lhe foi cedida
Pois o inverno chegou mais cedo
E ela não será mais necessária
Continue, cantando sua história
Continue, contando sua glória
Sangue congelado
Desespero e derrota
Não pode ser deixado
As asas vão abrir
As nuvens iram de sumir
E a primavera chegará
Para te suprir
Para o final de setembro alcançar
Sem se desgastar
Sem se torturar
Deixa pra lá
As flores iram de aparecer
Crescer, e um dia perecer
O som do inverno não vai parar de ecoar
Mas de mente limpa
Vamos dançar
Sobre as flores de setembro
E as chuvas de primavera para lavar
O corpo e mente forte
Que calejou sem calor
Durante um som errante
Que ecoou de dor
Mas agora só se torna
Vários tipos de lágrimas de amor
Para formar aguas de outubro
E esperanças de um próximo futuro.
