Foulness

Dos olhos que brilham tanto quando o ego
De palavras árduas as vestes negras
Escravidão do eu
Comparável situação
Em margens de meadas ilusões
A verdade se torna mutável
Assim como toda comparação
De uma linda paisagem degenerada
Em pontos de eclosão
Ao juntar palavras e versos
Que podem ou não
Terem um significado belo ao coração

Até que ponto a mentira se torna aceitável
Quando se olha com subjetiva indagação
Que margens são dadas a nós
Aqueles pequenos peões
Sacrificados no sacrilégio
E moldados com tanta comoção
Ditas fortes em noites tão claras
Mentiras se tornam verdades
Onde beijos se tornam ilusão
Alimentando assim, aquele triste receio
Do povo ser enfermo
Dentro de nossa julgada expressão

Sem terminar o conto
Que desdem de tanta violação
Que compara nossa alma com pequenas peças de metal
Quando se põe tanto ego, em um simples peão.

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