Certezas, o Falho Soneto
O que dizer das certezas, minha bela?
Bem... sei que colombo veio em uma caravela.
Sei que Einstein foi um físico famoso,
Que pelo tapete vermelho, passa aquele ator formoso.
Sei que dentre os nós dos teus dedos,
Existe um em meu coração,
Pedindo um desejo,
Pedindo a sua mão.
Sua mão para acariciar-me novamente,
E com os seus dedos, meus prantos sentir.
Não sou, infelizmente ou felizmente,
O ser racional que tanto desejo.
Porém, uma certeza é que
Eu desejo teu beijo
E novamente o terei.
Sei que a certeza é o que você sente,
Dentro de ti, e fora ao mesmo tempo,
É abstrato e concreto, como os números
Para os filósofos inúmeros que posso tanto lhe citar.
Você sente em sua alma,
Em seu coração.
São essas as verdadeiras certezas,
As promessas que fizeste,
Presas e eternizadas em lindos versos
Em uma língua demoníaca,
São todas verdadeiras,
E tenho eu certeza
De que são todas certezas.
B.P.
B.P.
