Said
A dor, de se opor
A suas mais belas palavras
Cuspidas no horror
Criando esse escândalo
Sem gritos, sem gemidos
Apenas persisto
Que apenas na dor
Que sentimos no peito
"Naquele" triste leito
Psicótico, enfermo e caótico
Digo, desfazer o obvio
Atrás dos olhos
Que nos resta um teor histórico
Do escravo ao fim
Dor dentro de mim
Calor, passado e afins
Claro como um vazo de barro
Incapaz de quebrar
Nossas cicatrizes, escavar
Esconder ou apenas esquecer
Passando o olhar
A longe, pra frente
O menino da cabeça quente
Que continua idolatrando a mente
Sem pensar no que se vê a diante
Onde fomos parar
Ao tentar explorar
O que queríamos enxergar
Vivendo na pequena preguiça
Que cai a dor, envolve o amor
Deixando de lado o caso
"Daquele horror"
Que fomos obrigados a nos opor
Deixando passar
Não por saber cultivar
Mas por não querer aprender a amar
A suas mais belas palavras
Cuspidas no horror
Criando esse escândalo
Sem gritos, sem gemidos
Apenas persisto
Que apenas na dor
Que sentimos no peito
"Naquele" triste leito
Psicótico, enfermo e caótico
Digo, desfazer o obvio
Atrás dos olhos
Que nos resta um teor histórico
Do escravo ao fim
Dor dentro de mim
Calor, passado e afins
Claro como um vazo de barro
Incapaz de quebrar
Nossas cicatrizes, escavar
Esconder ou apenas esquecer
Passando o olhar
A longe, pra frente
O menino da cabeça quente
Que continua idolatrando a mente
Sem pensar no que se vê a diante
Onde fomos parar
Ao tentar explorar
O que queríamos enxergar
Vivendo na pequena preguiça
Que cai a dor, envolve o amor
Deixando de lado o caso
"Daquele horror"
Que fomos obrigados a nos opor
Deixando passar
Não por saber cultivar
Mas por não querer aprender a amar